Resposta Rápida
Tradicionalmente, apenas diamante, rubi, safira e esmeralda eram ‘preciosas’, e todas as demais ‘semipreciosas’. Hoje, a gemologia rejeita essa divisão por ser imprecisa: uma turmalina Paraíba vale muito mais que muitos diamantes de baixa qualidade.
Classificação Tradicional
A classificação antiga dividia as gemas em quatro ‘preciosas’ (diamante, rubi, safira e esmeralda) e todas as demais como ‘semipreciosas’. Essa divisão surgiu no comércio europeu do século XIX e não tem base científica rigorosa.
Por Que o Termo Está em Desuso
O IBGM e o CIBJO (Confederação Internacional de Joalheria) desaconselham o uso de ‘semipreciosa’. O termo desvaloriza gemas que podem ser mais raras e caras que as ‘preciosas’. A alexandrita e a turmalina Paraíba, por exemplo, superam o valor de muitas esmeraldas.
Classificação Moderna
Hoje se usa simplesmente ‘gemas’ ou ‘pedras preciosas’ para todas, diferenciando por espécie mineral, variedade e qualidade. O valor é determinado pelos 4 Cs adaptados (cor, claridade, corte e quilate) e pela raridade da espécie no mercado.
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